segunda-feira, 1 de dezembro de 2008


Triste, de novo, para não ser feliz.

Triste infeliz, que choras por teres deixado de sentir.
Triste, porque te isolaste da solidão e não foste capaz de viver sem ela.
Triste, não agora, mas no que és, porque perdeste a essência do que é sentir o latejar do coração.
Morreste e não acordaste a tempo para viver de novo.
Deixa-te estar. Fica. Continua parado.
Não voltes a ferir a inocência da aura que já foi tua.
Não respires. Não respires mais.
Morre de vez para não acordares.
Agora vive, como se nunca tivesses vivido.
Sê alguém.
Outro. sim, esse. Diferente. Feliz.
Não, não voltes a ser triste.

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pancas, ES, Brazil
A PEQUENA GRANDE GERLY. Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar... se me achar esquisita, respeite... Até eu fui obrigada a me respeitar... tem mais, eu sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta... Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos, ou qualquer coisa... Venha a mim com corpo, alma, vísceras, e muito fôlego... rsrs

verão 2008

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