Não perca a esperança.
Há milhões de pessoas aguardando os recursos de que você já dispõe.
Não perca o bom humor.
Em qualquer acesso de irritação, há sempre um suicidiozinho no campo de suas forças.
Não perca a tolerância.
É muita gente a tolerar você naquilo que você ainda tem de indesejavél.
Não perca a serenidade.
O problema pode não ser tão dificíl quanto você pensa.
Não perca a humildade.
Além da planicie, surge a montanha, e depois da montanha aparece o horizonte infinito.
Não perca o estudo.
A propría morte é uma lição.
Não perca a oportunidade de servir aos semelhantes.
Hoje ou amanhã, você precisará do concurso alheio.
Não perca tempo.
Os dias voltam, mais os minutos serão outros.
Não perca a paciência.
Recorde a paciência inesgotavél de DEUS.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Se o sapato servir, não calce
No meu tempo de criança, família pobre, eu lembro como era difícil ganhar um sapato novo. E quando ganhava, era motivo para alegria e tristeza. Alegria, porque era novo. Tristeza, porque minha mãe fazia o teste do polegar.
Eu calçava o sapato e andava um pouco pela loja. Se gostasse – e ela também – ela fazia o teste final: apertava a ponta do sapato com o polegar para confirmar que havia um espaço sobrando. Adivinhe espaço para que? Exatamente o que você pensou, espaço para crescimento. Em vez de ficar confortável, mas só por algum tempo, tinha sempre que ficar maior que o pé.
Nos primeiros dias dava a impressão de estar calçando uma lancha. Ocorre que, como eu crescia alguns milímetros por semana, o meu pé me acompanhava. Dessa forma, minha mãe jamais arriscaria comprar um sapato do tamanho exato.
Agora que o meu pé já não cresce mais, eu descobri que nós temos de continuar fazendo o “teste do polegar em nossa vida”.
Muitas pessoas terminam seus estudos e param. Ou aposentam-se e param. Param de aprender e crescer; param de buscar novos limites; param de sonhar e querer mais. Ocorre que nossos cérebros têm um infinito espaço vazio exatamente para permitir o crescimento ilimitado de cada um de nós. Não importa o grau de competência e habilidades que você tenha desenvolvido, nunca aceite um “sapato que calce confortavelmente” em sua vida.
Busque fazer coisas que você jamais imaginou seriam possíveis; faça o “teste do polegar” a cada momento; não deixe nada amadurecer pois já se tornou obsoleto.
Experimente novamente ou talvez pela primeira vez a vibração do aprender, desaprender e re-aprender. A vibração de reconstruir o conhecimento, as habilidades e a competência. Sinta a vibração de crescer dentro de um “novo par de sapatos” para sua vida.
Wilson Meiler
Eu calçava o sapato e andava um pouco pela loja. Se gostasse – e ela também – ela fazia o teste final: apertava a ponta do sapato com o polegar para confirmar que havia um espaço sobrando. Adivinhe espaço para que? Exatamente o que você pensou, espaço para crescimento. Em vez de ficar confortável, mas só por algum tempo, tinha sempre que ficar maior que o pé.
Nos primeiros dias dava a impressão de estar calçando uma lancha. Ocorre que, como eu crescia alguns milímetros por semana, o meu pé me acompanhava. Dessa forma, minha mãe jamais arriscaria comprar um sapato do tamanho exato.
Agora que o meu pé já não cresce mais, eu descobri que nós temos de continuar fazendo o “teste do polegar em nossa vida”.
Muitas pessoas terminam seus estudos e param. Ou aposentam-se e param. Param de aprender e crescer; param de buscar novos limites; param de sonhar e querer mais. Ocorre que nossos cérebros têm um infinito espaço vazio exatamente para permitir o crescimento ilimitado de cada um de nós. Não importa o grau de competência e habilidades que você tenha desenvolvido, nunca aceite um “sapato que calce confortavelmente” em sua vida.
Busque fazer coisas que você jamais imaginou seriam possíveis; faça o “teste do polegar” a cada momento; não deixe nada amadurecer pois já se tornou obsoleto.
Experimente novamente ou talvez pela primeira vez a vibração do aprender, desaprender e re-aprender. A vibração de reconstruir o conhecimento, as habilidades e a competência. Sinta a vibração de crescer dentro de um “novo par de sapatos” para sua vida.
Wilson Meiler
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- gerly leite
- pancas, ES, Brazil
- A PEQUENA GRANDE GERLY. Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar... se me achar esquisita, respeite... Até eu fui obrigada a me respeitar... tem mais, eu sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta... Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos, ou qualquer coisa... Venha a mim com corpo, alma, vísceras, e muito fôlego... rsrs